Atualizado em 30/10/2026
Código de conduta editorial e compliance publicitário
Em 30 segundos: só afirmamos o que conseguimos provar com fonte primária. Não inventamos depoimento, prova social, escassez ou resultado. Publicidade é sempre identificada, nunca dirigida a crianças, e nada vai ao ar sem aprovação humana. Quando erramos, corrigimos em público.
1. Princípios
- Verdade: nenhuma peça engana o público, nem por omissão.
- Prova: toda afirmação objetiva tem fonte guardada e verificável.
- Transparência: publicidade e uso de IA ficam claros.
- Respeito: ao público, aos concorrentes e às pessoas retratadas.
Seguimos o Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária (CBAP) do CONAR, o Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/1990), a LGPD (Lei 13.709/2018), o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069/1990) e as regras de cada plataforma.
2. Fontes e afirmações
- Preferimos fontes primárias e oficiais: órgão regulador, lei publicada, estudo original, dado do próprio fabricante.
- Notícia e opinião de terceiros servem de pista, não de prova.
- Citamos a fonte quando o formato permite. No canal O Porquê, as fontes vão na descrição de cada vídeo.
- Cada cliente tem regras próprias de claim, aprovadas por escrito. As regras de um cliente não valem para outro.
3. Rigor em temas de saúde
Em temas de saúde, separamos sempre quatro coisas que costumam ser confundidas:
- a substância ou molécula;
- o produto que de fato está à venda;
- o órgão regulador e o país (por exemplo, ANVISA no Brasil);
- a indicação aprovada, se existir.
Uma aprovação em um país não vale para outro, e a aprovação de uma substância para um uso não vale para outro uso. Não fazemos promessa de resultado clínico, não indicamos tratamento, protocolo ou dose, e nunca inventamos aprovação regulatória ou estudo.
4. O que nunca fazemos
- Depoimento inventado de cliente, consumidor, médico ou paciente.
- Prova social falsa: números de clientes, avaliações, seguidores ou vendas que não existem.
- Escassez ou urgência falsa: "últimas unidades" ou contagem regressiva sem base real.
- Antes e depois enganoso ou resultado de paciente.
- Bônus ou benefício prometido que não foi aprovado e não será entregue.
- Imitar pessoa real, marca de terceiro ou órgão público.
- Ataque pessoal ou comparação desleal com concorrente.
5. Publicidade identificada
Toda publicidade é identificável na hora, como pede o art. 36 do CDC e o CBAP. Em redes sociais usamos #publi ou a ferramenta de parceria paga da plataforma sempre que há vínculo comercial. Personas sintéticas seguem as mesmas regras de influenciadores, conforme o Guia de Marketing e Publicidade por Influenciadores Digitais do CONAR. Veja IA e personas sintéticas.
6. Crianças
Não fazemos publicidade dirigida a crianças. Seguimos o ECA (Lei 8.069/1990), o CDC e a Resolução CONANDA 163/2014, que considera abusiva a comunicação mercadológica dirigida à criança. Não usamos linguagem infantil, personagens infantis ou promoções voltadas a crianças para vender produtos, e não segmentamos anúncios para menores de idade.
7. Isolamento entre clientes
Cada cliente tem contas, acessos, tokens, pixels, arquivos e créditos separados. Dados e estratégias de um cliente nunca são usados para outro. O método de trabalho é compartilhado; os dados, não.
8. Aprovação antes de publicar
Nada é publicado sem passar por etapas de aprovação humana:
- revisão de compliance, que pode vetar a peça;
- aprovação do texto e da peça final pelo responsável;
- aprovação do cliente, quando o conteúdo é dele.
Anúncios pagos, gastos e mudanças em contas também dependem de aprovação expressa.
9. Correções e direito de resposta
- Quando erramos, corrigimos em público, de forma visível, dizendo o que mudou.
- Erro grave em claim leva a tirar a peça do ar até a correção.
- Pessoas e empresas citadas podem pedir direito de resposta por [email protected]. Avaliamos com boa-fé e respondemos em até 15 dias.
10. Canal de denúncia
Para relatar uso indevido de imagem, conteúdo enganoso, falta de identificação publicitária ou conduta inadequada de qualquer pessoa da equipe, escreva para [email protected].
- Aceitamos denúncias anônimas.
- Tratamos cada denúncia com sigilo.
- Não há retaliação contra quem denuncia de boa-fé.
Você também pode recorrer ao CONAR ou ao Procon. Contatos completos em Contato.